Assassinato de Marielle Franco completa 4 anos sem as principais respostas

O relógio marcava 21h09 de 14 de março de 2018 quando o carro onde estava a vereadora Marielle Franco (PSOL), seu motorista Anderson Gomes e a assessora Fernanda Chaves foi emparelhado na região central da capital fluminense por um Chevrolet Cobalt prata clonado.

A janela traseira do veículo em movimento foi aberta, e 13 tiros de uma submetralhadora MP5 foram disparados contra a parlamentar carioca, dos quais cinco a atingiram – três deles acertaram o condutor.

Somente Fernanda, que não estava na linha dos disparos, sobreviveu. Marielle e Anderson morreram na hora. Até hoje, não se sabe quem mandou matar uma jovem política negra de 38 anos em início de carreira, eleita em seu 1º mandato com 46 mil votos, tampouco o porquê.

Inquérito

As investigações do duplo homicídio passaram por sete trocas de autoridades (cinco delegados e três promotoras de Justiça), uma tentativa de federalizaçãopercalços e mesmo perda de provas importantes para dar pistas sobre um dos maiores mistérios que pairam até hoje no Rio e no Brasil.

Sputnik Brasil

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