8 de fevereiro de 2019

O dinheiro, o poder e a carapuça



Os muito ricos querem sempre mais, e quando o dinheiro não é o principal, existe o poder, que o dinheiro sempre traz. Essa regra dos negócios foi transferida para a política e até os lisos, depois de eleitos, se embriagam com o cargo e esquecem do povo.

O comportamento desses deslumbrados é fácil de se detectar: eles nunca tocam numa maçaneta, existe sempre alguém que abra as portas para eles. Não esperam por nada, quando precisam falar com alguém é a secretária que espera no telefone até que o alguém atenda. Sempre existe um alguém para carregar o celular, reservar o restaurante, levar ou buscar alguma encomenda. O pior de tudo é que eles passam a acreditar que toda essa bajulação é um direito.

Os muito ricos quando perdem o poder continuam ricos e não precisam ter medo do próprio futuro, do futuro dos filhos, dos netos, medo de um dia não terem um teto, e o medo fundamental de que um dia eles, seus filhos ou seus netos possam vir a passar fome. 

Já os lisos que chegaram ao poder (ao invés de se zangarem com meu texto) deveriam era pensar no povo que os elegeram, pois só assim poderão pensar em serem reeleitos e garantir assim o seu futuro (político ou financeiro).

P.S.: àquele que tiver pensando que o texto se refere a uma única pessoa é porque não consegue enxergar além do umbigo. Estejam certos de que todo o texto está no plural porque conheço mesmo mais de uma pessoa que se enquadra nessa condição, seja do passado, do presente e quem sabe, ainda vou conhecer no futuro.

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