7 de janeiro de 2019

Sem perspectivas, população espera pelo surgimento de uma liderança para mudar cenário político de Codó


A cidade de Codó, diferente do que muitos pregam anda longe de trilhar no caminho do desenvolvimento:  cultural, politico e social. Vivemos em um antro de apadrinhamento político e familiar onde entra uma família  e sai outra na disputa pelo Poder. Geralmente o acúmulo de riquezas é  predominante em quase todos que assumiram a prefeitura. Não  há  nenhum que pelo menos não  tenha comprado fazendas, casas em capitais badaladas ou comprado empresas.

É utopia, imaginar que se tenha políticos honestos na sua plenitude, falo com propriedade, em Codó todos buscam o autobeneficiamento e enriquecimento daqueles que mantém uma estrutura podre, principalmente aqueles que servem de escudo humano para blindar seus mantedores no sistema.

Sem perspectiva do surgimento de novos líderes, a população  poderá  em 2020, escolher se quere um cacique político arcaico dos que já  passaram ou reeleger o atual gestor municipal que se rendeu aos velhos costumes, se aliando ao legislativo, o qual possui a maioria dos vereadores amarrados aos seus interesses. Ainda é  cedo, mas o sinal de um rompimento político  está  bem desenhado, Nagib governa sem oposição, possui apoio da base de sustentação do grupo político  estadual, mas quanto mais próximos de 2020, naturalmente  haverá  o distanciamento de alguns.

Ficou bem nítido o beneficiamento de amigos e parceiros aliados, licitações  vencidas por empresas próximas ao gestor, por exemplo, uma emissora de televisão que é  tida como pública é  gerida por uma empresa ligada ao filho do ex prefeito, tudo isso em nome da amizade, pois não  vejo necessidade de se torrar mais de 500 mil reais para uma empresa que não  produz nada em prol da população. Entre outros exemplos que ao longo de 2019 estaremos abordando neste Blog.

Uma coisa é  certa, a atual gestão  não  emplacou tecnicamente. Nenhuma grande empresa veio a Codó  para gerar empregos permanentes, comerciantes reclamam da falta de incentivos fiscais e assim vamos tocando o barco.

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