Blog da Rayssa Araújo | Notícias de Anapurus e Região

domingo, 22 de julho de 2018

NOTA DE AGRADECIMENTO...

julho 22, 2018 0 Comentários
A titular deste Blog, que completou neste sábado (21) mais um ano de vida, vem agradecer a todas as mensagens de parabéns e felicitações direcionadas à ela nesta data tão importante.

Quero ressaltar que todas as manifestações de carinho que me enviaram fizeram com que este dia ficasse ainda mais especial.


Obrigado aos amigos, parceiros, leitores e familiares que fazem parte da minha jornada diária.


Um abraço à todos…

Vem aí mais uma festa no Club do Gilvan com Gil Sanches e Romildo Show.

julho 22, 2018 0 Comentários

Vem aí mais uma mega festa no Clube do Gilvan, dessa vez Daniel Produções estará trazendo o melhor do forró da região com cantora Gil Sanches e Romildo Show.

Venha apreciar aquele forró, muita gente bonita e muita cerveja gelada no Clube do Gilvan em Mata Roma.

Anote aí: 

Data: 10 de Agosto
A partir das 21h.

Homem invade residência, tenta estuprar mulher e acaba preso

julho 22, 2018 0 Comentários

O caso aconteceu nessa sexta-feira, num povoado no município de Campestre.

CAMPESTRE DO MARANHÃO – Um homem, identificado como Jardel Ferreira Cardoso, 31 anos, foi preso nessa sexta-feira (20), após uma tentativa de estupro a uma mulher, no município de Campestre do Maranhão.

Ele é suspeito de invadir uma residência, no povoado Cabeceira Grande, e tentar violentar sexualmente a moradora. A invasão aconteceu durante a madrugada, mas ele só foi preso à tarde, após a vítima informar o caso à polícia.

Em relato aos policiais, a vítima disse que o suspeito, que é conhecido no povoado, teria ficado a espreita, esperando o marido ir ao trabalho, para entrar na casa, onde ela se encontrava sozinha.

A mulher reagiu e conseguiu escapar do estupro. Muito abalada, ela esperou o marido retomar, contou o caso a ele, e só após procurou a polícia. Após buscas no povoado, o suspeito foi preso pela Polícia Militar e está à disposição da Justiça.


Blog Asmoimp

Homem morre em acidente envolvendo carro da primeira-dama de Chapadinha

julho 22, 2018 0 Comentários


Por William Fernandes - sábado, 21 de julho de 2018

Um acidente ocorrido na tarde deste sábado, na BR 222, na altura do povoado Riacho Fundo, próximo à ponte do Rio Munim (Chapadinha), envolvendo um carro e uma moto, resultou na morte de um homem que trafegava de motocicleta. A vítima sofreu múltiplas fraturas.

De acordo com as primeiras informações, o carro envolvido no acidente pertence à primeira-dama e ex-prefeita de Chapadinha, Danúbia Carneiro, que retornava de São Luís a Chapadinha.

Em Nota que circula em redes sociais, a primeira-dama informa que o motociclista invadiu a contramão e colidiu com o carro que trafegava em sentido contrário. A nota informa ainda, que a ex-prefeita de Chapadinha ainda tentou buscar socorro, mas a vítima morreu no local.


Ainda de acordo com a nota, "Danúbia está abalada emocionalmente, lamenta a fatalidade e assegura a devida assistência a família da vítima".

Leia a nota:

NOTA SOBRE ACIDENTE ENVOLVENDO A 1ª DAMA DANÚBIA CARNEIRO

O veículo da primeira-dama de Chapadinha Danubia Carneiro sofreu um acidente automobilístico na tarde deste sábado (21) na rodovia BR-222. 

A primeira-dama voltava de compromisso oficial se deslocando de São Luís para Chapadinha, quando à altura da localidade Riacho Fundo um motoqueiro invadiu a faixa contrária colidindo frontamente com o veiculo. Segundo informações preliminares de populares que estiveram com a vítima minutos antes do acidente o mesmo deixou a localidade Barroca da Vaca em aparente estado de embriaguez. 

A primeira dama ainda tentou buscar socorro para o motoqueiro, mas infelizmente o mesmo veio a óbito ainda na rodovia.

O motorista seguiu acompanhado da primeia-dama para a delegacia para registrar o Boletim de Ocorrência e colaborar com as informações necessárias. Abalada emocionalmente, a primeira dama lamenta a fatalidade e assegura a devida assistência a família da vítima.

Brasil. Há 54 anos… A mais longeva ditadura de nossa história.

julho 22, 2018 0 Comentários

O jornalista Roberto Amaral compara o clima de hoje ao vivido nas vésperas do golpe de 1964, que dividiu o país e abriu espaço para a violência. “Antes da ruptura, a conflagração”, escreve.
Há 54 anos… A mais longeva ditadura de nossa história
Roberto Amaral*
Completaram-se, no último 1º de abril, 54 anos da implantação da mais longeva ditadura de nossa história, com todo o seu acervo de tragédias sociais e individuais, e profundo atraso político. Suas consequências ainda se fazem sentir, pois estão na raiz dos dramas de nossos dias, cujo desfecho não podemos divisar: em alguns momentos a ‘luz no fim do túnel’ nos enche de esperanças; noutros sugere um trem na contramão.
Lamentavelmente, os regimes autoritários e as ditaduras não são fenômenos estranhos à República, marcada por insurreições militares e golpes de Estado, manifestações exacerbadas de um autoritarismo larvar cujas fontes remontam à Colônia e ao escravismo de séculos, construtor da ideologia da casa-grande, profundamente presente em nossa vida política e em nossa vida social, e mesmo nas relações interpessoais.
A própria República é obra de um golpe de Estado construído na caserna, e sua consolidação fez-se dependente de outro golpe, sustentado pela espada de Floriano Peixoto. Assim se firmou a República oligárquico-agrária, sem povo e sem eleitores, que sobreviveria até a ‘revolução de 1930’. Antes, porém, viveria o país a insurreição de 1922 (Levante do Forte de Copacabana), e os dois 5 de julho que desembocariam na Coluna Prestes (1924).
E, na sequência de 1930, o levante paulista de 1932, o levante comunista de 1935, a implantação da ditadura do ‘Estado Novo’, o putsch integralista de 1938 e, fechando o ciclo, o golpe que detonou a ditadura e levou Vargas para seu exílio na estância Santos Reis em 1945.
É a história do ‘tenentismo’ que se estende até o regime de 1964, quando seus líderes já eram generais, almirantes e brigadeiros. No seu currículo constam ainda a deposição e suicídio de Vargas em 1954, o golpe e contragolpe de 1955, a crise de 1961 e a implantação casuística do Parlamentarismo, de vida breve. A história da República tem sido a história da preeminência dos militares sobre a política e a vida institucional.
O clima de hoje muito lembra aqueles vividos nas vésperas do golpe de 1964, dividindo o país e abrindo espaço para a violência. É sempre assim. Antes da ruptura propriamente dita, a conflagração. Os conflitos exacerbados em 1963 foram a preparação ideológica da ditadura militar.
Os anos difíceis que se instalam com as jornadas de 2013, de que se apropriou a direita com seu aparato midiático, abrem as rotas que levariam ao golpe de 2016 e à instauração do regime de exceção jurídica que não sabemos se será declarado perempto com as eleições de 2018. O precedente histórico não é animador.
Esse viés autoritário, cultivado pela casa-grande desde a Colônia, é servido à população pelos aparelhos ideológicos do Estado a serviço dos interesses de nossas elites perversas. Nesta faina destaca-se o papel dos meios de comunicação de massa, a quem se pode tributar, hoje, a maior responsabilidade pelo clima de violência que pervade a política.
Em 1964 os militares e seus associados – na política e no ‘mercado’– encerraram o ciclo da Constituição democrática de 1946, enquanto a consolidação do impeachment de 2016 declarou perempto o ciclo iniciado com a ‘Constituição cidadã’ de Ulisses Guimarães, que culminara com a ascensão e queda do lulismo.
Talvez sejam os dias correntes a boa oportunidade para tentarmos antecipar o que podem ser os tempos vindouros. As lições colhidas dos fatos que não se repetem podem orientar estratégias e corrigir táticas, principalmente quando o distanciamento histórico favorece a análise fria.
Naqueles anos hoje distantes, os anos do pré-golpe e do golpe de 1º de abril, poucos viram para além da superfície, e assim muitos ignoraram a conspiração que se desenvolvia nos subterrâneos da caserna em interlocução com a ordem econômica, o Congresso e os meios de comunicação, para logo estampar-se à luz do dia.
De outra parte, uma vez mais, a continuidade e segurança do governo popular se havia deslocado das ruas para os acordos políticos de cúpula. O povo continuava percebido como elemento tático numa estratégia que se resolveria fora das ruas.
Não obstante os elementos fornecidos pela realidade palpável, não eram poucos, então, os que transferiam da mobilização popular para o ‘dispositivo militar do general Assis Brasil’, chefe da Casa Militar de Jango, a defesa do governo, das ‘reformas de base’ e da ascensão das massas.
Nesta linha pontificava o antigo capitão Luiz Carlos Prestes, secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro.
No dia 17 de março de 1964, para uma plateia que lotava o auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o antigo Cavaleiro da Esperança, após dissertar sobre ‘a formação popular do Exército brasileiro’, anunciou, com o respaldo de sua biografia, a impossibilidade de um golpe militar no Brasil. E quando este se efetivou, muitos o viram como ‘apenas mais uma quartelada’, como as outras que haviam pontuado a República de 46. Passaria logo.
A história que se segue é conhecida.
Do golpe de 1964 muito se pode afirmar, menos a surpresa, defendido que foi abertamente pela grande imprensa, preparando sua recepção e animando as manifestações dos adversários do governo e de suas teses.
O pretenso combate à corrupção de 2013-2016 era, em 1963-1964, a denúncia de suposta corrupção e de infiltração comunista no governo João Goulart, dando conta das conspirações de toda ordem, militares e civis igualmente conjurados, e, hoje documentalmente comprovada, a arquitetura do Departamento de Estado dos EUA, para quem Goulart, se não era comunista, estava a serviço do comunismo, o que dava no mesmo, segundo Washington. Vivíamos o auge da Guerra Fria e poucos meses nos separavam da crise dos mísseis estocados em Cuba pela União Soviética, incidente que por muito pouco não nos levou ao suicídio nuclear.
A conspiração, aliás, já se iniciara e era visível desde a posse de Goulart, como em suas memórias registra sem peias o Marechal Denis, líder da trinca militar que em agosto de 1961 tentara impedir a posse do vice-presidente constitucional, chamado ao posto pela renúncia do presidente Jânio Quadros.
Hoje também já se sabe que a articulação que culminou com a deposição de Dilma Rousseff já era maquinada nos idos de 2013, a onda preparadora do levante de 2015, com sua inédita carga de violência, deixando para trás os piores momentos de 1963.
Nas duas oportunidades os golpes foram precedidos de grandes mobilizações populares e, ainda em ambos, o leitmotiv unificador da conspiração era, fundamentalmente, a resistência da casa-grande à ascensão político-econômica das grandes massas, naquela altura representada pelo varguismo, em nossos dias pelo lulismo.
Os golpes de 1964 e de 2016 guardam parentesco que precisa ser posto de manifesto. Ambos foram precedidos de mobilizações populares carregadas de atos de violência que expunham a genealogia fascista. Em 1964 importava aos seus verdadeiros formuladores algo muito além da mera deposição de Jango e esse seu caráter profundo só ficou claro aos analistas em 1965, com o Ato Institucional n. 2, baixado pelo presidente que havia jurado a Constituição e prometido defender a democracia.
O significado de 2013 não foi compreendido em seu primeiro momento, e os sismógrafos dos especialistas não perceberam o real significado do impeachment, aquele que se revelaria pelo governo que a ele se segue..
O difícil não está na identificação dos fatos expostos e vividos, mas na arte ou ciência da prospecção social, aquela que revela a realidade ainda em gestação, ou seja, a serpente ainda no ovo.
Em 1964 muitos não lograram antever o significado e os objetivos da ditadura, nem seu largo e profundo mando de 21 anos. Carlos Lacerda, sua principal voz civil, e Juscelino Kubitschek, que votaria no marechal Castello Branco, primeiro ditador, apostaram, olhando para trás, na transitoriedade do novo regime, e logo engrossariam a lista de suas vítimas.
Se não nos foi possível antever a gestação da irrupção popular de 2013, também faltou clareza à esquerda quanto a deposição da presidente Dilma Rousseff, apenas o passo necessário para defenestrar o lulismo, a grande operação de nossos dias.
O ovo da serpente, este é o título da obra-prima de Ingmar Bergman. Quem já assistiu, assista de novo. Quem ainda não o viu, corra para ver. Está no YouTube.
*Roberto Amaral é escritor e ex-ministro de Ciência e Tecnologia.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

TRE-MA pede atenção redobrada aos partidos quanto à obediência de regras

julho 16, 2018 0 Comentários
Representantes de partidos políticos, entre eles presidentes, contadores e advogados, estiveram reunidos na manhã desta sexta, 13 de julho, no plenário Ernani Santos, para receberem informações importantes e tirarem dúvidas sobre as eleições 2018, em especial relativas às convenções e o registro de candidaturas.
A principal preocupação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão é que, este ano, será a 1ª vez que o Processo Judicial Eletrônico está sendo utilizado para a prestação de contas e o registro de candidaturas, por exemplo. Com o PJe, a Justiça Eleitoral visa ampliar a celeridade, a visualização rápida, a sustentabilidade, a eficiência, a transparência e o controle dos atos processuais que passaram a tramitar de forma totalmente virtual.
Participaram dos esclarecimentos aos partidos políticos o presidente do TRE-MA, desembargador Ricardo Duailibe, o diretor-geral Flávio Costa, o secretário Rhycleyson Martins (Judiciário) e os servidores Francisco Chagas Pereira e Luís Barros Brito (seção de Gerenciamento de Dados Partidários) e Samuel Gondin (seção de Informações e Estatísticas Eleitorais).
“Trabalhar com transparência e harmonia faz parte de nossa rotina. Queremos evitar o máximo possível de erros e equívocos desnecessários nas demandas judiciais, mantendo o diálogo sempre que possível”, explicou o desembargador Ricardo Duailibe ao abrir o encontro.
No Maranhão são 33 partidos anotados: PPL (54), PPS (23), PR (22), PRB (10), PROS (90), PRP (44), PRTB (28), PSB (40), PSD (55), PSDB (45), PSL (17), PSOL (50), AVANTE (70), DC (27), DEM (25), MDB (15), PATRI (51), PC do B (65), PDT (12), PHS (31), PMB (35), PMN (33), PODE (19), PP (11), PSTU (16), PT (13), PTB (14), PTC (36), PV (43), PCB (21), PSC (20), REDE (18) e SOLIDARIEDADE (77).
Sobre as Eleições 2018
As Eleições 2018, que ocorrerão no dia 7 de outubro – em primeiro turno – e no dia 28 de outubro – nos casos de segundo turno -, já está com o calendário com as principais datas em andamento que devem ser observadas por candidatos, partidos, eleitores e pela própria JE.
Os eleitores votarão para eleger presidente da República, governadores dos estados, dois terços do Senado, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. As modificações introduzidas pela Reforma Política (Lei n°13.487/17 e Lei nº 13.488/17), aprovadas pelo Congresso Nacional em outubro de 2017, também foram incorporadas ao calendário do pleito de 2018. Abaixo, seguem algumas:
– 5/07 a 5/08: Período de propaganda intrapartidária. Os políticos com vistas à indicação de seu nome pelo partido podem se autopromover, junto dos filiados de seu partido político, para que o escolham como candidato;
7/07: Início de condutas vedadas aos agentes públicos;
– 17/07 a 23/08: Período de habilitação do eleitor para voto em trânsito;
– 20/07 a 5/08: Período para as convenções partidárias escolherem as coligações e os candidatos; 20/07: Início da proibição de enquetes relacionadas ao processo eleitoral;
– 20/07 a 15/08: Período para requerimento de registro de candidaturas à Justiça Eleitoral.